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Coisas que só os londrinenses já fizeram na vida

29.07.2019 14:33 / POR Mariana Paschoal

Coisas que só os londrinenses já fizeram na vida

Todo verdadeiro londrinense já fez pelo menos um dos itens dessa lista.

Alguns lugares e programas estão no imaginário do londrinense. E como estamos na era da nostalgia, resolvemos homenagear algumas das coisas que só quem é da nossa terrinha viveu. Confira e marque o check  de tudo o que você já fez para contar pra gente depois!

Ir ao Royal Plaza Shopping para usar o banheiro e o ar condicionado

 
 
 
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Quem é daqui sabe o calor que pode fazer na cidade no verão. Mas mesmo com as temperaturas altas, um passeio no Calçadão é indispensável. Só que tem uma hora que não dá mais, né? Aí a gente entra no Royal para aproveitar o ar condicionado do shopping, usa o banheiro e compra uma casquinha. 

Pegar táxi do Marcão

 
 
 
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Perdemos uma grande personalidade da cidade este ano: o Marcão do táxi. Difícil encontrar alguém que nunca tenha ligado e esperado o carro com o famoso “M” escrito no vidro.

Não conseguir comprar pastel e vitamina da Sergipe porque foi lá só com cartão

 
 
 
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A Pastelaria da Sergipe não aceita cartão há anos e, mesmo assim, tem muita gente que insiste em parar lá só com cartão de crédito ou débito na bolsa. (Quem nunca, né?)

Ter que falar "porta, porteira, portão" para alguém que não é daqui

 
 
 
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Se você tem familiares ou amigos que não são do interiorrrrr, sabe que todos eles, alguma vez na vida, já te pediram para falar palavras com a letra “r” só para ouvir o nosso delicioso sotaque de caipira.

Comprar camisa xadrez para ir à ExpoLondrina

 
 
 
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A gente só vive a experiência completa da ExpoLondrina com uma camisa xadrez e uma bota. Você aí do outro lado da tela provavelmente já comprou um look parecido para ir ao evento.

Ir à ExpoLondrina quando ainda fazia frio em abril

 
 
 
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E por falar em Expo, quem aqui é da época que o friozão em Londrina começava já em abril e a gente tinha que ir encapotado para o Ney Braga?

Visitar a Casa do Papai Noel

A Casa do Papai Noel era a diversão da criançada na década de 1990. Ela foi desativada em 1998, mas quem cresceu naquela época lembra com carinho da atração natalina.

Comer um Rob's depois da balada

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Layla Gabriella (@laylamourahnd) em

O Rob’s era uma das poucas opções abertas de madrugada para comer um lanchão no centro até há pouco tempo. Se você fosse lá umas duas da manhã de um sábado, provavelmente ia encontrar muita gente depois de festas batendo um lanchão antes de ir pra casa dormir.

Passar na feira e comer pastel depois do rolê

 
 
 
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Para aqueles que saem das festinhas com o amanhecer, as feiras de rua são a melhor opção. Provavelmente seu fim de noite já acabou com um pastel, né, londrinense?

Ir ao camelódromo comprar DVD

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Alexandre Junior D. Tsujioka (@alex_xand_calvim) em

Nem todo mundo tinha dinheiro para comprar aquele box maravilhoso da série preferida. O que a gente fazia? Ia ao camelódromo comprar os DVDs. Quem diria que ia existir algo como a Netflix, né?

Desistir da Terça Tilt por causa da fila

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Bar Valentino (@bar_valentino) em

Algumas vezes a gente mal vê a hora de chegar terça-feira para curtir uma das festas mais tradicionais da cidade, a Terça Tilt do Valentino. Mas a ansiedade acaba na hora que a gente chega ao bar e vê aquela fila gigantesca para entrar.

Reclamar do trânsito londrinense

 
 
 
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A gente pode até ser londrinense, mas tem trânsito pior que o nosso? Quem dirige pela cidade e nunca reclamou da falta de seta, por exemplo, tá dirigindo errado.

Comprar cerveja no Kotovelo's

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Robson Caetano (@robsoncaetaano) em

O posto Kotovelo’s é ponto de encontro de todo mundo que precisa comprar aquela cervejinha mais barata para uma festa ou um churrasco.

Tomar Santa Cerva no Pé na Cova

E por falar em cerveja barata, no finzinho da Rua Paranaguá tinha um bar que já salvou muito universitário de Londrina: o Pé na Cova. O nome meio macabro é porque ele ficava em frente ao cemitério João XXIII.

Ter o lanche roubado por um macaco da UEL

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por londrinando.com (@sitelondrinando) em

É melhor não passear despreocupado pelo campus da UEL com alguma comida na mão. Tem muita gente de Londrina que já perdeu o lanche para os macacos de lá.

Praticar direção no campus da UEL

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por londrinando.com (@sitelondrinando) em

As ruas do campus da UEL já ajudaram muitos recém-habilitados a ganharem confiança para, finalmente, ir às ruas da cidade. Quem já treinou direção por lá em um domingo tranquilo?

Esperar a foto da balada sair no Raio X da Noite

Muito antes das redes sociais, Londrina tinha um site que se chama Raio X da Noite. Lá eram postadas fotos das baladas da cidade. Se você já foi fotografado em uma festa naquela época, provavelmente já ficou atualizando a página para achar a sua imagem por lá.

Imaginar como era uma festa no Shirogohan

O que acontecia na casa noturna Shirogohan foi tabu por muito tempo em Londrina e era comum a gente imaginar como eram as festas por lá.

Comer um lanche na Avenida Rio Branco

Os trailers de lanches da Avenida Rio Branco também são famosos por alimentar os baladeiros de plantão que saíam de madrugada morrendo de fome das festas londrinenses.

Passar meses escolhendo a fantasia para ir à Metamorfose

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por Cesar Ricardo Souza (@djcesarricardo) em

Conhecida como “a maior festa à fantasia do mundo”, a Metamorfose começou aqui em Londrina em 1994 fazendo a alegria de muitos jovens londrinenses que passavam meses para escolher a melhor fantasia para o evento.

Querer andar no ônibus articulado

Lá pelos idos dos anos 1990, tentaram inserir os ônibus articulados nas linhas do transporte coletivo da cidade. O sonho de todo mundo era andar neles. Eles logo saíram de circulação para voltarem só recentemente.

Passar calor no camelódromo antigo

Quem só conhece o camelódromo agora nem imagina o que a gente passava quando ele era na Avenida Leste Oeste, atrás do Museu Histórico. Eram várias barraquinhas de lona, uma do lado da outra, formando um corredor enorme de lojinhas. Para conferir as lojas, a gente tinha que andar por todo esse corredor - que era MUITO quente.

Falar que Londrina só tem 30 pessoas

 
 
 
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Uma publicação compartilhada por londrinando.com (@sitelondrinando) em

Você tem a impressão de que todo mundo se conhece em Londrina? É aquele ditado… “Londrina só tem 30 pessoas” e as chances de um londrinense conhecer todas elas são grandes.

E na sua opinião? Quais são as coisas que só quem é londrinense já fez?

Foto da capa: Gustavo de Paula Caloche